A moda é um movimento coletivo, que para fazer sentido, precisa estar conectado com o todo. Assim nasce o Change2gether, iniciativa que promove marcas com responsabilidade socioambiental.




Criada pelo empresário Rodrigo Doxandabarat em parceria com os irmãos Anderson Presoto e Álvaro Oviedo, a Dotz se baseia em quatro pilares fundamentais: sustentabilidade, cooperação, colaboração e gerenciamento. A marca, que participou da terceira edição do projeto de Novos Designers, tem objetivo de promover um ecossistema de negócios alternativos e conectar pessoas a ideias para criar oportunidades de trabalho.


Procuramos manter em equilíbrio a expectativa, a contribuição e os benefícios de cada uma das partes, o que é essencial para a operação do sistema. A consistência é a espinha dorsal do que fazemos" afirma Álvaro, um dos fundadores da Dotz. A label acredita que iniciativas que podem parecer pequenas são fundamentais para mudanças efetivas no modelo de negócios atual; e promover ações sustentáveis são de suma importância para reduzir o impacto negativo das empresas sobre o meio ambiente.
A Dotz trabalha elementos sustentáveis em toda a sua cadeia de desenvolvimento de produtos. A produção de algodão agroecológico é feita por pequenos agricultores familiares na Paraíba, em parceria com a EMATER e EMBRAPA. As embalagens da marca são fabricadas com lixo doméstico reciclado (escova de dentes, barbeador, creme dental, etc); as tags são feitas com descartes de produção e a coleção para o Shop2gether foi desenvolvida com matérias de upcycling.
Trabalhando em cooperação com associações, parte da produção da marca é feita por mulheres em situação de risco. Na Rede de Costura Solidária, por exemplo, as colaboradoras são responsáveis pela costura dos sapatos e passaram por um treinamento de ano e meio de capacitação.
A Dotz
é o fruto artesanal da parceria entre artesãos e artistas. As estampas dos sapatos são feitas por designers, marcas e instituições; funcionando como crowdsourcing - e para cada par de sapato vendido, os colaboradores recebem uma parcela de royalties. Barbara Hulaniki, Laurence Maneron Dupin, Cecília Reynal e Marina Saleme são alguns nomes que já colaboraram com a label.

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Nascida em Brasília, descendente de uma família natural de Tiros, cidade mineira que é referência em diamantes, Cristina Pessoa cresceu inserida no universo das pedras preciosas. Após uma temporada estudando arte e joalheira na Europa, decidiu enveredar de vez no métier. Em 2010, abriu sua pop-up store homônima no Quadrado, em Trancoso, Bahia, e ganhou fama com o colar com o pingente do contorno da igrejinha de Trancoso. É neste destination que o SHOP2GETHER desembarca dez marcas de seu portfólio exclusivo no litoral baiano.
Cristina Pessoa define sua consciência ética com a simplicidade do design artesanal e de alta qualidade. Suas criações, que levam pedras preciosas brasileiras, flertam com os universos da arte e arquitetura. Mostrando o quão nobre pode ser o reaproveitamento de matérias-primas, o ouro e a prata são reutilizados, enquanto as pedras fazem parte do acervo da joalheira e dos próprios clientes, que podem trocar joias antigas da marca por novos modelos.
ECOCHANGE
Batizado de experiência Ecochange, esta ação funciona como um processo de upcycling. Os itens antigos são derretidos e passam por um processo de purificação até se transformarem em novas joias. (O serviço está disponível somente no Showroom da marca, em São Paulo).
GIVERNY
O jardim florido e colorido da obra Giverny de Monet serviu como fio condutor para a coleção que leva o nome da cidade francesa. Turmalinas e topázios mimetizam os tons da natureza bucólica pinceladas pelo pintor.
INFINITO
Natural e sofisticada, a linha infinito transmite fluidez e funcionalidade, com linhas orgânicas e desenho minimalista. Silvina, ceramista local de Trancoso, é quem representa simboliza a essência das criações.
LE SOLEIL D'ÉTÉ
A leveza do mar foi inspiração para criação em parceria com a marca Le Soleil D'été. Anéis e pingentes imitam elementos do universo náutico e da natureza, como o barquinho e o sol.

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Fundada em 1989 por Oskar Metsavaht, a Osklen une design, arte e sustentabilidade em seu universo criativo. Mais do que moda, a label carioca inspira um lifestyle definido pelo equilíbrio de uma vida urbana integrada à natureza - e pilares como o orgânico e tecnológico, local e global, luxo e simplicidade se complementam em seu ecossisstema.
SUSTENTABILIDADE
O start das iniciativas sustentáveis começou em 1999, quando a empresa lançou a primeira camiseta de algodão orgânico. Desde então, a Osklen tem se comprometido com atitudes socioambientais, investindo em estilo autoral, design, tecnologia e uso de matérias-primas inovadoras. "Uma marca é identificada como sendo de luxo por lidar com valores considerados nobres. E não dá para ter nobreza sem consciência socioambiental", afirma Oskar, que também é diretor criativo da label.
INSITUTO-E
Fundado e presidido por Metsavaht desde 2007, o Instituto-e (IE) desenvolve e implementa projetos inspirados pelo conceito dos 6 Es: earth, environment, energy, education, empowerment e economics (em português, terra, meio ambiente, energia, educação, empoderamento e economia) – com o objetivo de ajudar a promover o Brasil como país da sustentabilidade por meio de pensamento criativo e iniciativas da marca.
E-FABRICS
Os e-fabrics são as matérias-primas utilizadas pela Osklen. Elas são de origem reciclada, orgânica, natural e artesanal, desenvolvidas por comunidades, cooperativas ou por grupos industriais. Entre os principais materiais destacam-se: a malha PET, composta por fibras de algodão e poliéster retiradas de embalagens PET recicladas; as malhas recicladas, feitas a partir de fibras de fio de algodão reutilizadas e a seda orgânica, feita de rejeitos tradicionais de fábrica. Esses e-fabrics também são tingidos naturalmente, sem poluir o ambiente.
PELE DE PIRARUCU
A pele de pirarucu é uma das principais matérias-primas da Osklen. O peixe de água doce é consumido por um grande número de brasileiros no norte do país - e sua pele era descartada gerando poluição biológica. A marca reverteu esse problema, encontrando propósito para esse insumo: usando-a como material nobre. Todo o processo é feito de maneira social, econômica e ambientalmente sustentável. Até o momento, mais de 12 mil famílias de artesãos, pequenos agricultores e pescadores foram beneficiados pelos projetos desenvolvidos pela Osklen e pelo Instituto-E.
ASAP
As Soon As Possible ou ASAP é um conceito que vem norteando as iniciativas da marca desde 89, e traz a urgência de agir da maneira mais sustentável possível no nosso dia a dia e um chamado para a adoção de práticas mais conscientes na moda. A cada coleção o time de inovação e estilo da Osklen vem aumentando a participação das matérias-primas sustentáveis e a colaboração de comunidades no desenvolvimento das peças, para o menor impacto socioambiental possível. O projeto reforça o compromisso da label em criar um tipo de moda guiada pelo desenvolvimento sustentável!

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Criada por Márcia Kemp, a Nannacay é mais que uma marca de moda: é um projeto de desenvolvimento social. A label, que trabalha em parceria com artesãos do Brasil, Peru e Equador, começou com 13 colaboradores e hoje conta com uma rede composta por cerca de 305 famílias espalhadas pela América do Sul. São bolsas e objetos com raízes tribais que refletem o colorido, o desenho e formas vibrantes dos países que inspiram a diretora criativa. Handmade e despojadas, as peças são únicas, já que um modelo nunca é igual ao outro.
Creative Hands Transforming Lives: com suas bolsas artesanais e cheias de cor, a Nannacay auxilia artesãos a desenvolverem seus potenciais criativos e o de suas comunidades, servindo como uma ponte entre aqueles que precisam de ajuda e aqueles que podem ajudar. A marca auxilia indiretamente mais de 1.000 famílias e beneficia pessoas que vivem em locais remotos, inóspitos e presídios.
A Nannacay foi a primeira marca brasileira a receber a certificação Eco-Age Brandmark em reconhecimento ao seu trabalho com artesãos sul-americanos por apoiar o empreendedorismo, a preservação de culturas e o aprimoramento de comunidades através do comércio justo.
Segundo Márcia, o insight para a criação da marca surgiu após seu contato com uma tribo Massai, durante uma viagem pela África: “Sempre fui muito curiosa e tive interesse por novas culturas, tradições e pessoas desde pequena. Conheci peças de artesanato lindas e pensei que o que eu via precisava ser compartilhado com outras pessoas pelo mundo", revela. Todo o desenvolvimento, padronagem de cores e controle de qualidade é coordenado por ela.
Junco, toquilla e algodão compõem a cartela de matérias-primas principais da Nannacay. Cada matéria é originária de um país onde a marca desenvolve sua rede de artesãos e a escolha se dá através de uma vasta pesquisa e identificação de grupos com potencial criativo. O processo de desenvolvimento dos produto acontece por aproximadamente 1 ano até chegar ao cliente final.
Intitulada Kodama, a nova coleção da marca é inspirada numa lenda do folclore japonês. A história oriental conta sobre espíritos que vivem em árvores e partilham a sua sabedoria com aqueles com os quais são capazes de se comunicar. A palavra Kodama também pode significar eco, e vai totalmente de encontro com o que a Nannacay acredita e fomenta com os seus produtos e a sua rede de artesãos espalhadas pelo mundo.
Sucesso fora do Brasil, a marca conquistou famosas como a cantora norte-americana Beyoncé. Descubra quem são os nomes que usam a marca.

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A VERT é uma marca franco-brasileira criada pelos franceses e amigos de infância François-Ghislain Morillion e Sébastien Kopp. Com design parisiense e matéria-prima e fabricação 100% brasileira, seus tênis são feitos de lona de algodão orgânico e borracha nativa da Amazônia. O objetivo é criar calçados de design clean e urbano, buscando sempre um impacto positivo na parte social e ambiental da cadeia produtiva. Nos tecidos e cadarços, é usado algodão orgânico cultivado por agricultores familiares do nordeste brasileiro. Nas solas, borracha nativa da Amazônia, comprada de seringueiros do Acre dentro das regras do comércio justo. As malhas são fabricadas a partir de garrafas plásticas recicladas. Para 2019, 40% da coleção é vegana.
A seguir, conheça mais sobre as matérias-primas e processo de produção.
Mais técnico e mais macio que a lona de algodão orgânico, o Hexamesh é uma solução feita de 70% de algodão orgânico e 30% de garrafas plásticas recicladas. Já o B-Mesh é 100% feito de poliéster reciclado, se transformando em um tecido que facilita a transpiração e é resistente à água.
Já o C.W.L é um material de origem biológica, desenvolvido por uma empresa italiana e produzido a partir de de restos de milho da indústria alimentícia. Biodegradável, o material é uma alternativa vegana ao couro, principalmente por sua aparência.
Trabalhando o conceito de upcycling, a marca tem projeto para estender a vida de materiais que comumente são descartados, reciclando e criando novos tecidos para as próximas coleções. São eles: algodão coletado do descarte de tecidos da indústria têxtil, juta reciclada e poliéster reciclado.
No solado dos tênis, mais inovações e responsabilidade socioambiental. A borracha nativa da floresta amazônica é coletada pelos seringueiros locais e processada sem intermediários. Assim o produto já sai semi acabado, gerando melhor rendimento aos trabalhadores que são incentivados a proteger a floresta contra o desmatamento.
Em parceria com a Vert, o Shop2gether foi escolhido para anunciar uma grande novidade: o clássico modelo V10 agora tem versão em "couro" vegano desenvolvido com CWL. Conheça mais sobre o tênis abaixo.
1 O tênis unissex V10 é uma celebração aos 10 anos do projeto VERT e seu envolvimento com a Amazônia.
2 Produzido em CWL, ele possui cabedal em laminado vegano produzido à base de resíduos de milho.
3 Algodão orgânico é usado para os cadarços e para o forro interno, que leva ainda poliéster reciclado de garrafas PET.
4 A palmilha de EVA expandido é feita a partir de borracha natural da Amazônia e revestida de algodão orgânico.
5 Sola produzida com borracha nativa da Amazônia, comprada de seringueiros sob as regras do comércio justo.

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